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	<title>Movimento Marina Silva &#187; sustentabilidade</title>
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		<title>Marina com fé &#8211; Ateneia Feijó</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 16:43:12 +0000</pubDate>
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Podem anotar. Marina Silva vai surpreender. Com 51 quilos e 52 anos,  ela não é nem de longe a figura frágil que aparenta ser. Para começar,  sua biografia é um testemunho de superação. Sua decantada fé? Ora, a  ciência anda buscando o significado desse valioso sentimento. Que,  segundo pesquisadores, trata-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right;margin:0px 0px 0px 0px;"><a href="http://www.google.com/reader/link?url=http://www.acaradobrasil.net/2010/05/marina-com-fe-ateneia-feijo/&title=Marina com fé - Ateneia Feijó &srcTitle=Movimento Marina Silva&srcURL=http://www.acaradobrasil.net"target="_blank" rel=""><img border="0" src="http://www.acaradobrasil.net/wp-content/plugins/wp-google-buzz/icon/9.png" style="opacity:1;filter:alpha(opacity=100)" onmouseover="this.style.opacity=0.8;this.filters.alpha.opacity=80" onmouseout="this.style.opacity=1;this.filters.alpha.opacity=100"/> </a></div><div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p>Podem anotar. Marina Silva vai surpreender. Com 51 quilos e 52 anos,  ela não é nem de longe a figura frágil que aparenta ser. Para começar,  sua biografia é um testemunho de superação. Sua decantada fé? Ora, a  ciência anda buscando o significado desse valioso sentimento. Que,  segundo pesquisadores, trata-se de um combustível poderoso que  impulsiona as pessoas para uma vida melhor.<span id="more-535"></span></p>
<p>&#8220;Mas tem a ver com  religiosidade!&#8221;, dizem. Qual o problema? &#8220;Ela (Marina) é conservadora!&#8221;,  gritam. Por acaso Lula não é conservador, principalmente em matéria de  religiosidade? E Dilma, será que é ateia? E Serra o que é? Católico ou  do candomblé? Ah, a petista e o tucano também podem ser islamitas,  kardecistas&#8230; Ou agnósticos. Então, tá. Cada pré-candidato com sua  religião, seu Deus ou sem ele.</p>
<p>Longe de ser uma fundamentalista ou  intolerante, Marina é, sim, uma mulher de fé. E parece-me que esta fé  tem a ver com sua energia extraordinária na busca de um aprendizado  constante. Que não desperdiça nem desdenha de lições do passado. Até  porque ela é formada em História. Mas há quem não consiga ou se recuse,  por preconceito, a acompanhar suas idéias avançadas.</p>
<p>Há pessoas  que nem se dão ao trabalho de perguntar: o que é essa tal  sustentabilidade? No seu discurso durante a convenção do Partido Verde,  no domingo, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, o empresário  Guilherme Leal (dono da Natura), lançado pré-candidato a vice-presidente  da pré-candidata Marina, tinha uma resposta na ponta da língua: &#8220;Não se  conhece lucro sustentável num modelo econômico predatório.&#8221; Seja qual  for. As crises mundiais comprovam.</p>
<p>O que não quer dizer que  sustentabilidade tenha a ver apenas com economia. Tem também com  políticas sociais, ambientais, de segurança pública, de cultura. E  ética. Como se materializa isso? Vencendo desafios. Uma das bandeiras  preferidas da pré-candidata verde: a igualdade de oportunidades para  todas as pessoas desenvolverem suas potencialidades. Ela crê no ser  humano como um sujeito desejoso de fazer suas próprias escolhas; no  momento certo.</p>
<p>Talvez por isso transmita confiança. Que se saiba,  não foi pega em mentira. Marina diz muitas coisas boas de se ouvir. Por  exemplo, a de que não se faz política por negação. Não tem medo de  apontar os acertos dos outros, argumentar e explicar porque os defende.  Citando, por coerência, acertos de Fernando Henrique e Lula. Totalmente à  vontade.</p>
<p>Em resumo, seu projeto de governo não é de poder pelo  poder. Afinal, os governantes são eleitos e pagos para servir ao país.  Na proposta de Marina não cabe um líder que queira impor um destino ao  povo. Ou se achar o máximo. &#8220;Temos que aprender e nos dispor a  coautorias, em vez da exclusividade do feito. Essa é a liderança do  século XXI.&#8221;</p>
<p>Ela entende que na pós-modernidade em que vivemos é  preciso cada vez mais criatividade. Principalmente na educação. De que  forma? Manejando o conhecimento; sem encastelá-lo ou petrificá-lo.  Porque tudo neste planeta tem a ver com tudo. Olha a crise econômica  europeia mostrando a necessidade de uma política social de terceira  geração.</p>
<p>E aqui? Marina deu seu recado de esperança. Com emoção:  &#8220;Um Brasil mais justo, mais harmônico e sustentável é possível.&#8221; Haja  fé.</p>
<p><strong>Ateneia Feijó</strong><em> é jornalista</em></p>
<p>http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2010/05/18/marina-com-fe-292494.asp</p>
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		<title>É Marina ou statu quo &#8211; José Eli da Veiga</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 15:57:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>acaradobrasil</dc:creator>
				<category><![CDATA[José Eli da Veiga]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Silva]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade socioambiental]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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A candidatura Marina será uma ferramenta à disposição dos eleitores que desejarem estimular avanços incomparavelmente mais sérios e conseqüentes do que poderiam ser alcançáveis com outros postulantes. E isso independe do infeliz cacoete “mas ela não tem chance”. Mesmo que porventura não vença, quanto mais votos atrair maior será a influência de suas posições [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right;margin:0px 0px 0px 0px;"><a href="http://www.google.com/reader/link?url=http://www.acaradobrasil.net/2010/05/e-marina-ou-statu-quo-jose-eli-da-veiga/&title=É Marina ou statu quo - José Eli da Veiga&srcTitle=Movimento Marina Silva&srcURL=http://www.acaradobrasil.net"target="_blank" rel=""><img border="0" src="http://www.acaradobrasil.net/wp-content/plugins/wp-google-buzz/icon/9.png" style="opacity:1;filter:alpha(opacity=100)" onmouseover="this.style.opacity=0.8;this.filters.alpha.opacity=80" onmouseout="this.style.opacity=1;this.filters.alpha.opacity=100"/> </a></div><div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p>A candidatura Marina será uma ferramenta à disposição dos eleitores que desejarem estimular avanços incomparavelmente mais sérios e conseqüentes do que poderiam ser alcançáveis com outros postulantes. E isso independe do infeliz cacoete “mas ela não tem chance”. Mesmo que porventura não vença, quanto mais votos atrair maior será a influência de suas posições sobre as opções do próximo governo, seja lá quem chegar à presidência.<span id="more-532"></span></p>
<p>A única vantagem de eleição em dois turnos é justamente esta: poder apoiar no primeiro quem aponta o caminho mais promissor. Só no segundo é que muita gente se verá forçada a usar seu voto para evitar o que considera pior.</p>
<p>Claro, esse não é um argumento que possa sensibilizar aquela imensa parte do eleitorado que se define em função de motivações bem diferentes. Aquela parte que mal assistirá aos espetáculos que lhe serão oferecidos pelo duopólio do horário eleitoral de televisão. E que menos ainda se empenhará em entender o que poderia haver de tão especial nos propósitos daquela falante moreninha de voz aguda.</p>
<p>Mesmo que muitos venham a guardar seu nome, talvez nem fiquem sabendo que exerceu dois mandatos no Senado e foi ministra do governo Lula.</p>
<p>Todavia, também há eleitores que farão de tudo para basear sua escolha em serena avaliação do que poderá ser melhor para o futuro da sociedade brasileira. Mesmo que em minoria nas urnas, certamente serão eles os que depois mais contribuirão para o bom funcionamento cotidiano das instituições democráticas. Por isso, o maior prejuízo para a sociedade ocorrerá se o debate público entre os candidatos impedir que essa faixa o eleitorado perceba a real diferença que existe entre a candidatura de Marina e as demais.</p>
<p>Os pré-candidatos que despontam como favoritos nas pesquisas falarão de sustentabilidade, mas seus currículos de gestores governamentais atestam que sequer assimilaram seu beabá. Sempre optaram pela turbinagem do PIB como objetivo supremo de suas ações, pois têm a convicção de que o desenvolvimento é diretamente proporcional a essa obsoleta maneira de se medir o crescimento da economia. O que necessariamente os obriga a encarar a natureza como eterno obstáculo, ou restrição, jamais como base, ou fundamento, de soluções.</p>
<p>A trajetória política de Marina levou-a a uma posição diametralmente oposta. De um lado, por ter muito cedo percebido que o desenvolvimento depende é da eficiente utilização pela sociedade dos frutos de seu desempenho econômico, algo que é precariamente avaliado pelo PIB. De outro, por também ter entendido que tanto crescimento econômico quanto o desenvolvimento humano terão pernas curtíssimas se comprometerem a resiliência dos ecossistemas.</p>
<p>Seja pela falta geral de conservação, como, em alguns casos, de preservação. Foi essa ampla consciência que fez da responsabilidade socioambiental seu guia supremo de ação.</p>
<p>Ao contrário, será no altar dedicado ao PIB que os dois pré-candidatos mais cotados sacrificarão quaisquer cuidados com a proteção da natureza. Ambos idolatram acima de tudo a aceleração do crescimento porque são prisioneiros do mesmíssimo DNA ideológico social-democrata, por mais que na atual conjuntura brasileira discordem aqui e ali sobre quais seriam seus melhores métodos, ou suas melhores práticas.</p>
<p>Ainda mais decisivo: continua a ser o ideário social-democrata o que melhor atende aos três principais grupos sociais favoráveis à manutenção do statu quo: dos empresários que bancam campanhas eleitorais para obter muito mais do que o legitimado por suas contribuições para o bom desempenho da economia nacional; dos sindicalistas facilmente cooptáveis por dependência de transferências públicas; e dos próprios políticos que jamais seriam eleitos sem festivais de benesses federais.</p>
<p>Como essas bases sociais continuam mais poderosas do que os simpatizantes das inúmeras associações voltadas à sustentabilidade, só pode ser pequena a probabilidade de que saia derrotada em outubro de 2010 a irresponsabilidade socioambiental comum aos atuais favoritos. Daí a importância de que no primeiro turno vote mesmo em Marina quem concorda com sua corrente por democracia e sustentabilidade, sejam quais forem suas sensibilidades sobre os candidatos do statu quo.</p>
<p>Se, ao contrário, adeptos da responsabilidade socioambiental forem ofuscados por antipatias que antecipem o segundo turno, sairá reforçada a truculência que obrigou Marina a deixar do governo Lula, e que acaba de ter emblemática confirmação no caso de Belo Monte.</p>
<p>O próximo governo estará inteiramente à vontade para &#8211; por exemplo &#8211; conduzir da mesma maneira o licenciamento e leilão das 33 outras usinas já planejadas.</p>
<p>Enfim, dia 3 de outubro é Marina ou statu quo.</p>
<p><strong>José Eli da Veiga</strong>, professor titular da Faculdade de Economia (FEA) e orientador do Programa de Pós-Graduação do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da Universidade de São Paulo. Página web: www.zeeli.pro.br</p>
<p>Revista página 22, Edição 42, Junho de 2010</p>
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		<title>As Pegadas da Marina Silva &#8211; Alan Dubner</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 19:46:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[efeito obama]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Silva]]></category>
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Tenho certeza que a Mídia Social vai definir as eleições de 2010. Essa frase é parecida com uma afirmação que fiz, em julho de 2008, onde eu usava a palavra “Internet” no lugar de “Mídia Social”.
Apesar da opinião dos nossos principais especialistas em política, que estavam no evento “Efeito Obama” em meados de outubro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="float:right;margin:0px 0px 0px 0px;"><a href="http://www.google.com/reader/link?url=http://www.acaradobrasil.net/2009/11/as-pegadas-da-marina-silva-alan-dubner/&title=As Pegadas da Marina Silva - Alan Dubner&srcTitle=Movimento Marina Silva&srcURL=http://www.acaradobrasil.net"target="_blank" rel=""><img border="0" src="http://www.acaradobrasil.net/wp-content/plugins/wp-google-buzz/icon/9.png" style="opacity:1;filter:alpha(opacity=100)" onmouseover="this.style.opacity=0.8;this.filters.alpha.opacity=80" onmouseout="this.style.opacity=1;this.filters.alpha.opacity=100"/> </a></div><div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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		</div>
<p>Tenho certeza que a Mídia Social vai definir as eleições de 2010. Essa frase é parecida com uma afirmação que fiz, em julho de 2008, onde eu usava a palavra “Internet” no lugar de “Mídia Social”.<span id="more-300"></span></p>
<p>Apesar da opinião dos nossos principais especialistas em política, que estavam no evento “Efeito Obama” em meados de outubro, eu acredito que teremos no Brasil um impacto parecido com o das eleições americanas de 2008.</p>
<p>Os analistas políticos colocam muitos “porém”, “por causa disso ou daquilo”, mas na verdade não sabem do que estão falando porque ninguém sabe. Se você conseguir ir até o final desse texto terá uma boa ideia do porque dessa minha certeza.</p>
<p><strong>Eleitorado Adormecido</strong></p>
<p>Vamos começar pelo final, daqui a 11 meses, no dia 4 de outubro de 2010. Os eleitores Brasileiros vão escolher, através de suas próprias consciências, o que fazer. Primeiro devem avaliar se vão votar ou justificar, depois definir se há um candidato de sua preferência (mesmo os que não votarão). Essa simples equação terá passado por um complexo sistema de decisão até chegar na ação de votar.</p>
<p>Agora vamos voltar para trás e perceber claramente porque a mídia social vai alterar a balança em seu favor. Na última eleição presidencial o Lula obteve 46.662.365 votos no primeiro turno enquanto o Alckmin 39.968.369. Percebam que a diferença entre eles foi de 6.693.996 votos. As pessoas que resolveram anular o voto somaram 5.957.207 votos, apenas 736.789 a menos que a diferença. Outros 2.866.205 votaram em branco. O que realmente surpreende são os eleitores que optaram por não ir às urnas, 21.092.511.</p>
<p>No segundo turno não foi muito diferente: 23.914.714 de eleitores não compareceram às urnas, 4.808.553 anularam seu voto e 1.351.448 votaram em branco. Nas eleições anteriores (2002) também não foi diferente. Tivemos, no primeiro turno, 20.449.690 de eleitores que resolveram não votar enquanto o Serra recebeu apenas 19.705.061 de votos, além dos 6.976.107 votos nulos e 3.873.720 brancos. No segundo turno não compareceram às urnas 23.589.188 de eleitores enquanto 3.772.138 anularam e 1.727.760 votaram em branco.</p>
<p>Em 1998 foram 22.802.823 abstenções enquanto o Lula recebeu apenas 21.475.211 votos. As abstenções mais os nulos (8.887.091) e os brancos (6.688.371) somaram 38.378.285 enquanto Fernando Henrique Cardoso venceu a eleição, no primeiro turno com 35.936.382 votos.</p>
<p>Em 1994 as abstenções, nulos e brancos somaram 31.409.533. Enquanto Lula recebia 17.126.291 votos, FHC venceu com 34.377.198 votos. Ou seja, há um gigantesco espaço de insatisfação com o atual modelo político que leva um grande contingente de pessoas a anular o voto, deixar em branco e principalmente nem comparecer para votar.</p>
<p>Se as pessoas realmente se motivarem a ir às urnas, se aqueles que protestam anulando seu voto encontrarem alguém merecedor, se os indiferentes perceberem a diferença e os jovens de 16 e 17 anos aderirem ao movimento&#8230; Ficou clara a diferença que pode fazer a mídia social através de um movimento colaborativo com um candidato que possa ser um símbolo dessa nova política?<br />
<strong><br />
Primeira Pegada</strong></p>
<p>Em junho desse ano, atravessando a Serra da Bocaina com um grupo de amigos ambientalistas, eu tive 4 dias para explicar o que era Mídia Social e porque teria uma importância tão grande nas eleições de 2010. Normalmente, tenho apenas 1 hora numa palestra ou mais algumas em reuniões e conversas, mas ali estávamos em outro ambiente, em outro tempo. Entre as minhas questões para o Brasil estava o fato de que, tristemente, os candidatos conhecidos não tinham o perfil para ativar a Mídia Social. Lamentei também que, aparentemente, não estavam vendo o poder dessa ferramenta de cidadania e estavam sendo orientados por profissionais que não sabem o quanto não sabem. Falei que não me surpreenderia se aparecesse alguém totalmente novo que já vinha se preparando desde o início do ano e não aparecia no radar. Aquele diálogo fez com que um deles entendesse claramente do que se tratava e disse que existia um candidato com esse exato perfil: a Marina Silva.</p>
<p>Importante registrar que isso aconteceu no dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho) a 1.600 metros de altitude no Pico do Gavião do Parque da Serra da Bocaina.</p>
<p>Demorei a entender porque a Marina Silva poderia ser “a” candidata. Já tinha recebido alguns e-mails de pessoas fazendo algum tipo de campanha com o nome dela. O maior problema era ela ser do PT, que além de representar justamente o que precisa ser mudado, tinha muitos pontos impossíveis de contornar para contarmos com a Mídia Social. Quanto mais eu entendia quem era a Marina, mais claro ficava que ela era “a” pessoa para representar esse movimento. Só o que ela já produziu de ações de sustentabilidade para o cenário dos candidatos e do país já lhe permite receber créditos pelas suas pegadas ecológicas.</p>
<p>Hoje acredito que temos uma ótima possibilidade de agregarmos todas as tribos e juntos co-construirmos um Brasil de muitos “Brasis”, cuidado por todos nós. Essa eleição extrapola as fronteiras nacionais. Ela é importante para todo o planeta. Que a miopia, temporária, dos especialistas políticos não nos desanime de “entrar nessa” agora mesmo!</p>
<p><strong>Alan Dubner</strong> é diretor da Cybermind Comunicação Interativa, especializado em Marketing Digital, Pesquisa Digital e Internet.</p>
<p><a href="http://www.itu.com.br">www.itu.com.br</a></p>
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